quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O que disse Allan Kardec sobre a arte


“… Sim, certamente o Espiritismo abre á arte um campo novo, imenso e ainda inexplorado; e quando o artista reproduzir o mundo espírita com convicção haurirá nessa fonte as mais sublimes inspirações, e o seu nome viverá nos séculos futuros, porque às preocupações materiais e efêmeras da vida presente, substituirá o estudo da vida futura e eterna da alma.”
                                                                       (Kardec : Obras Póstumas, 1995, p. 157)

"O Espírito não pode se identificar senão com aquilo que sabe, ou que crê ser uma verdade, essa verdade, mesmo moral, torna-se para ele uma realidade que exprime tanto melhor quanto a sente melhor; e então, se à inteligência ele junta a a flexibilidade do talento, faz passar as suas próprias impressões nas almas dos outros; quais impressões, contudo, pode provocar aquele que não as tem? (Kardec: Obras Póstumas, 1995, p.153)

“Como há evolução nos seres, há evolução nas artes. Têm-se os primitivos nas artes da mesma forma que nas ações e nas virtudes, porém a centelha sempre brilha nas condições nas quais pode manifestar-se para afirmar a grandeza de Deus.” (Dennis, 1922, p.77)

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